terça-feira, 7 de junho de 2011

A Ong Shiva promove nos dia 02 e 03 de Julho o IV Encontro Técnico de Água e Juventude pelo Doce










A Ong Shiva promove nos dia 02 e 03 de Julho o IV Encontro Técnico de Água e Juventude pelo Doce, o encontro contara com presença de varias Lideranças dos estados de Minas Gerais e o Espírito Santo,

Dentro do encontro estão planejados, Vídeos, Trocas de experiências, Dinâmicas de Grupo, Palestras, Apresentação de Projetos que deram certos, debates, Visitas Técnicas e uma Capacitação interna aos Coordenadores do Grupo.

O encontro também será usado para integrar jovens que querem aprender mais sobre as problemáticas que rondam a bacia hidrográfica do rio Doce, e um espaço de debate para apontar melhorias e cobrar ações para um rio menos poluíd

o, com um olhar sempre para um mundo com um desenvolvimento sustentável, o Encontro tem a missão de ao fim,encaminharmos uma agenda ambiental para os órgãos responsáveis do Município





segunda-feira, 9 de maio de 2011

Parlamentares se reelegem com ajuda de cerca de R$ 6,5 milhões dos ruralistas que querem aprovação do novo código florestal.

Reproduzo o Artigo publicado no Site www.terrachamando.com

Deputados a favor das mudanças do código florestal



Dos 18 deputados federais que integraram a comissão especial do Código Florestal, em julho/2010, 13 receberam juntos aproximadamente R$ 6,5 milhões doados por empresas do setor de agronegócio, pecuária e até do ramo de papel e celulose durante campanha à reeleição, de acordo com as declarações disponíveis no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Dentre os que arrecadaram verba em empresas do segmento ruralista, apenas um não conseguiu se reeleger. Em julho/2010, quando o projeto foi submetido à análise desta comissão, o novo código foi aprovado por 13 votos a 5. Ambientalistas criticam a reforma por tornar o Código Florestal menos rígido e abrir brechas para anistiar desmatadores.

Pelos dados no TSE, as doações feitas pelas empresas desmatadoras foram concentradas nas campanhas dos deputados que votaram a favor. Dos 13, apenas dois não receberam ajuda do agronegócio, sendo que um foi barrado pela Ficha Limpa e o outro acabou não conseguindo se reeleger. Os outros 11 deputados federais ganharam juntos pouco mais de R$ 6,4 milhões.

O montante doado por empresas desmatadoras financiou aproximadamente 32,5% dos gastos totais da campanha eleitoral destes 11 parlamentares. Somados, os valores declarados – contando todas as doações – chegam a R$ 20 milhões. Em média, a bancada ruralista custeou 30% da campanha com este dinheiro.

Entre os que votaram a favor da mudança está o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Ele não só apoiou à reforma como também é o relator do novo Código Florestal. Rebelo garantiu sua permanência no cargo após receber mais de 130 mil votos no Estado de São Paulo. O deputado declarou ter utilizado aproximadamente R$ 172 mil vindos de cooperativas que representam cafeicultores, citricultores e agropecuaristas.

Apesar de relator da comissão especial, Rebelo foi um dos que menos recebeu ajuda no grupo dos 13 ruralistas que votaram a favor. No topo da lista está o deputado federal, também reeleito, Marcos Montes (DEM-MG). Ele ganha dos colegas tanto por ter recebido o maior montante de investimento quanto pela parcela que esse dinheiro representou nas suas receitas durante a campanha.

Montes arrecadou cerca de R$ 1 milhão só de pecuaristas, usineiros e exportadores de papel. Esta quantia corresponde à metade das doações totais recebidas pelo, então, candidato, que foi de R$ 2 milhões.

O parlamentar do DEM não é um caso isolado. O segundo da lista também conseguiu um valor próximo. Duarte Nogueira (PSDB-SP), que concorreu à reeleição para deputado federal em São Paulo, angariou R$ 955 mil de empresas interessadas na aprovação do novo Código. O tucano, que em sua página no site da Câmara dos Deputados declara ser engenheiro agrônomo, agricultor e pecuarista, é o preferido pelas indústrias de papel. Pelo menos quatro nomes de empresas diferentes deste segmento constam em seus dados no TSE.

Bancada “verde”
Pelo lado da bancada ambientalista, dois dos cinco que votaram contra o novo código também custearam a campanha com verba doada pelas mesmas empresas, mas, para estes, o valor foi inferior aos dos outros colegas. A dupla recebeu no total R$ 150 mil.

O verde Sarney Filho (PV-MA), por exemplo, declarou ter utilizado R$ 30 mil transferidos por uma empresa que já foi notificada pelo MPF (Ministério Público Federal) por revender carne e outros derivados do boi cuja origem é a criação ilegal de gado em áreas desmatadas.

O segundo deputado que, apesar de ser da bancada ambientalista, conta com doações do agronegócio é Ricardo Tripoli (PSDB/SP). Ele registra R$ 120 mil.

Agronegócio
A Bunge Fertilizantes, uma das principais empresas do agronegócio, é um exemplo de que a doação para campanhas de deputados não foi feita de forma aleatória. A empresa é a que mais vezes aparece nas declarações dos deputados da bancada ruralista.

Ela contribuiu com as despesas de oito dos 13 que votaram a favor do novo código e que concorreram à reeleição. Destes, sete receberam o valor igual de R$ 70 mil e um ganhou R$ 80 mil, o que resulta em R$ 500 mil distribuídos somente entre políticos da comissão especial.

No total, a Bunge doou pouco mais de R$ 2,5 milhões para candidatos que participaram do processo eleitoral. Portanto, 20% do total destinado por essa empresa às campanhas políticas ficaram no grupo de ruralistas da comissão especial, já que a soma de doações feitas para estes oito candidatos alcançou R$ 500 mil.

Trâmite
Quase um mês após o fim das eleições, os deputados ruralistas que participaram da comissão já ensaiam uma investida para incluir o polêmico projeto na pauta do plenário ainda este ano. Na última quarta-feira (3), estas lideranças se reuniram em um restaurante de Brasília para traçar uma estratégia para conseguir uma brecha na pauta da Câmara dos Deputados. Se aprovada novamente, a reforma é encaminhada para o Senado e depois para o presidente, que decide se a reforma deve ser sancionada ou não.

Outro lado
Todos os deputados citados foram procurados pelo R7. Mas, a maioria não quis comentar o assunto.

Rebelo disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar sobre o caso. Já Montes e Tripoli (PSDB-SP) não foram localizados pela reportagem.

O tucano Duarte Nogueira foi o único que aceitou conversar com o R7. O deputado federal explicou que “não é de hoje” que recebe doações do setor agrícola. Ele afirma que tem “profunda identidade” com este segmento produtivo e que defendeu a aprovação do Código Florestal independentemente de ter recebi doações do agronegócio.

- Não há como criar expectativa de qualquer ilação de que eu fiz isso [votar a favor da reforma], porque recebi [doação do agronegócio]. Tanto que esta é minha história de vida. Tenho uma profunda identidade com o setor agrícola não é de agora. Se você for pegar minha primeira prestação de contas em 2006, a grande maioria das minhas doações já vinha do setor agrícola.

A Bunge Fertilizantes também se manifestou sobre as doações citadas nesta matéria. Em nota, a empresa defendeu que não há nenhuma ilegalidade no fato, pois “o sistema político brasileiro prevê o financiamento privado das campanhas”. Porém, a doadora também admite que escolhe políticos com mesma linha de pensamento da empresa, mas desmente que, nestas eleições, tenha financiado campanhas “em função de questões ou de projetos específicos”.

sábado, 30 de abril de 2011

Código florestal em perigo.

http://www.youtube.com/watch?v=p_3tXpu1-IM&feature=player_detailpage




Entenda por que não se deve mexer em nosso codigo florestal

HOJE É RECONHECIDO ENTRE OS 5 CÓDIGOS MAIS AVANÇADO DE TODO O MUNDO...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Qual Brasil é o seu?

Reproduzo o Artigo do jornalista
PAULO RENATO COELHO NETTO.


Qual Brasil é o seu?
Em qual Brasilvocê vive? Naquele que falam que será o maior produtor de petróleo
do mundo ou neste que a gasolina passa de R$ 3,00 o litro? Um lugar que fazem
campanhas maciças para você comprar um carro a álcool para depois deixarem você
na mão, porque o álcool não compensa, ou um Brasil que nunca esclarece a
política de energia e abastecimento capaz de assegurar o desenvolvimento da nação?

Escolha seu país. Aquele que a justiça pede para o povo confiar que ela existe
ou naquele que deixa o jornalista Pimenta Neves tranquilamente em casa após
matar pelas costas uma mulher indefesa?

Seu Brasil é implacável nas condenações ou é o que a justiça concedeu prisão
domiciliar ao médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de prisão por
estupro e atentado violento ao pudor contra 37 mulheres, entre ex-pacientes e
uma ex-funcionária? O mesmo país que também vacilou e deixou que ele ganhasse a liberdade nas asas da fuga?

O país que você vive é o que vai fazer um Trem de Alta Velocidade entre Campinas
e Rio de Janeiro a um custo de aproximadamente R$ 25 bilhões de reaís ou o que
tem rodovias de quinto mundo, que matam diariamente? No seu país os trens de
baixíssima velocidade que ainda circulam descarrilam por falta de simples
manutenção, como troca de dormentes apodrecidos?


Seu Brasil é aquele que nas campanhas para presidente da República surgem até
aviões não tripulados para combater o narcotráfico nas fronteiras ou é este cuja
Polícia Federal reclama falta de estrutura básica, como coletes à prova de bala?

No lugar que você vive a violência está devidamente sob controle, conforme
garantem as autoridades, ou é aquele que tem cerca elétrica nas casas, que
roubam e furtam carros e traba­lhadores nos ônibus, metrôs e trens?

No seu Brasil os índios aparecem felizes na televisão, assistidos pelo poder
público, ou morrem de fome, subnutrição ou alcoolismo em situação de alta
miserabilidade urbana e prostituição infantil?

No lugar que você vive a saúde está sempre melhor ou ainda se morre de dengue ou na calçada por falta de atendimento de emergência nos hospitais?

No país que você vive - e já se acostumou com as cenas de flagrante de corrupção
na TV - os protagonistas de tanta roubalheira são presos, têm seus bens
confiscados e devolvidos ao povo ou andam livremente por aí, com o bolso cheio
de dinheiro, afirmando que tudo nunca passou de uma armação política?

Qual Brasil é o seu? O que a educação sempre melhora na propaganda da mulher que
vai subindo a escadinha rindo para você ou o Brasil com mais de 16 milhões de
analfabetos, incapazes de ler e escre­ver pelo menos Um bilhete simples? Somados
ao conceito de analfabeto funcional, que inclui aquelas com menos de quatro
séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões de brasileiros.

Na sua pátria todo mundo é lindo como os atores de novelas, jornalistas e
apresentadores de televisão ou a média de altura da população é pouco menos de
1,7om para homens e pouco mais de 1.6om nas mulheres, estatura prejudicada por
alimentação de terceiro mundo.


No Brasil que você vive ficou tão fácil estudar que é possível fazer vestibular
pela internet e colar grau em Direito ou está cada vez mais elevado o índice de
leitura entre os jovens? E essa classe estudantil, que desenvolveu gêneros
musicais como o sertanejo universitário, saberia dizer quem foi Heitor
Villa-Lobos, Carlos Gomes ou Pixinguinha?

No país que você vive as pessoas estão cada vez mais solidárias ou se refugiando
dentro de si mesmas nos condomínios fechados, com seus amigos devidamente
posicionados em uma sociedade de casta cruel, preconceituosa e desumana?

É aquele que a imprensa burguesa quer que você acredite que mais da metade da
população está acima do peso ou este que tem mais de treze milhões de pessoas
vivendo em condições extrema de pobreza?

No seu Brasil ainda perduram o latifúndio, o boi e a soja ou a reforma agrária é
um sucesso, resultado do esforço conjunto do poder público e do trabalhador que
agora planta e colhe fi­nalmente uma perspectiva de futuro? No país que você
vive o sitiante precisou vender seu lote para morar nas periferias das cidades
grandes ou continua na área rural produzindo e vivendo condignamente com sua
família?

Seu país investe cada centavo de impostos em infraestrutura, saúde e educação ou
usa esse dinheiro para contratar funcionários comissionados, sem concurso
público, enquanto outros milhares que passaram em provas difíceis muitas vezes
veem prescrever o tempo para serem
chamados ao trabalho por falta de padrinhos? ,

No seu país tudo acaba em samba, pizza ou existe respeito por idosos, crianças e
acessibilidade para deficientes físicos? No lugar que você vive as pessoas
vencem por serem honestas, competen­tes, trabalhadoras ou porque são espertas e
pertencem a círculos de amizade que, muitas vezes, são tipificados na lei como
formação de quadrilha?

No seu Brasil a cidade maravilhosa é cheia de encantos mil ou um dos lugares
mais violentos do mundo, com mais de mil favelas com crianças brincando entre
traficantes e esgoto a céu aberto?

No país que você vive o salário mínimo é aviltante ou aquele que consta na
Constituição e que é ca­paz de assegurar educação de qualidade, saúde, lazer e
até cultura para o trabalhador e sua família?

Sua nação está mais para Macunaíma, Velhinha de Taubaté ou Casa-Grande &
Senzala? Qual Brasil é o seu?

PAULO RENATO COELHO NETTO.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

III encontro Técnico do Movimento Agua e Juventude rio Doce

Sábado

Aconteceu na Cidade de Aimorés – MG no dia 10 e 11 de abril de 2011, o III Encontro Técnico AyJ Doce (Movimento de Água e Juventude pelo rio Doce) realizado pelo Grupo de Ação Social Junta Aí! Que atua na cidade a mais de dois anos.


O encontro foi realizado na Escola Frei Afonso Maria Jordá, iniciou-se com o agradecimento pela participação dos presentes e os votos de boas vidas, Marina Shults presidenta do grupo Junta aí realizou uma apresentação sobre o grupo, seus objetivos, histórico, e ações. Logo após Marina convidou o Sr. Gerson, diretor do SAAE - Aimorés, representando o Prefeito municipal no encontro, em uso da palavra discursou sobre o reconhecimento do prefeito da importância em se realizar encontros como este no município de Aimorés. Falou sobre a ausência de ações ambientais, tanto práticas como de promoção da preservação, com apoio e/ou administração do SAAE.

Após o convidado a palavra foi passada a Priscila Martins uma das fundadores do Movimento AyJ Doce, Que realizou uma breve apresentação do movimento A&J-Doce aos presentes no salão da escola.

Convidados

O Proximo convidado do Encontro foi O compositor e músico Fernando Jonas de Souza. Apresentou sua composição “Doce Rio” e como se deu sua inspiração. Falou sobre o meio-ambiente e a inserção deste tema em diversas áreas como, por exemplo, e que é usado no curso de formação de condutores e a importância/necessidade de planejamento e gestão integrados. Também nos informou sobre a censura, pressão, indução e omissão que sofre os que tentam informar, alertar, denunciar e mobilizar pessoas para pensar a respeito do tema.

Outro convidado que esteve presente em nosso encontro foi o Sr. Carlos Tenório, que apresentou um breve relato sobre a constituição da Hidrelétrica de Aimorés, mostrando os impactos negativos que esta causa, não só ao meio ambiente bem como na vida sócio-cultural da cidade, logo após foi apresentado o vídeo “Impacto da Usina Hidrelétrica de Aimorés na vida dos pescadores”, Produzido pelos alunos do curso de Direito da UNIPAC. para exemplificar os impactos dos quais falava. Também perpassou por pontos como as políticas de inclusão social do governo, notadamente o “Minha Casa, Minha Vida”, demonstrando que a cidade não se enquadra nas determinações governamentais (nº de habitantes, legislação específica) para ser contemplada pelo projeto.


O Sr. Carlos Tenório aponta que a prioridade quando se fala na Bacia do Rio Doce é a despoluição e localmente aponta que o consórcio gestor da hidrelétrica, formado por VALE/CEMIG, tem como obrigação principal, garantir, minimamente, que os pescadores e outros que sobreviviam do rio tenham a mesma qualidade de vida que tinham antes da construção da barragem. Neste ponto fala sobre a dificuldade de se combater o poder econômico da VALE/CEMIG, que “compra” as mentes, opiniões e pessoas.

INFORMES:

A Marcos Dias e Rafael Neander da ONG SHIVA de Colatina ES informou ao Grupo, sobre a conversa que tiveram na descida Ecológica com os membros da APESc (Associação de Pesca Embarcada de Colatina ) sobre a Pesca Predatória que ocorre na cidade de baixo Guandu na usina de Mascarenhas e pediu que fosse feito uma aproximação a esse grupo para entendermos melhor do que esta se passando na região.


De tarde

No Sábado a tarde iniciamos com a dinâmica apresentada por Guilherme Nogara, Estudante de Ouro Preto. que consistia em provocar uma maior interação/conhecimento entre os participantes do encontro. Onde tivemos a oportunidade de conhecer mais e mais cada um do coletivo.

1 ano

Logo após Priscilla apresentou o histórico do Movimento A&J-Doce, apresentando o seu histórico, Objetivos e ressalto o primeiro ano de atuação do grupo, que mesmo com algumas dificuldades tem se mostrado como uma alternativa à preservação da bacia e da emancipação juvenil.

Palestrantes

O Professor Casé, apresentou palestra sobre a “Importância da conservação da biodiversidade na Bacia do Rio Doce”. Apresentou uma nova dinâmica a “lagarta cega”, cujo objetivo era levar os participantes a refletir sobre a importância dos diversos sentidos na percepção do seu entorno e do mundo, mostrando que ao utilizar somente a visão, muitas coisas passam despercebidas, incentivando um maior conhecimento sobre si mesmo e sobre o mundo. Logo após discorreu de forma geral sobre a biodiversidade generalizando esta discussão na tentativa de trazê-la para a bacia do rio doce.


Dinâmica

O Vitor estudante do curso de engenharia Florestal, da Universidade de Lavras MG apresentou a dinâmica da “A rede”, onde apresentamos nossas motivações para fazer parte do movimento, trançando um barbante de um lado para outro da roda, logo após uma caneta foi dependurada e todos juntos tinham o objetivo de acertar um alvo proposto. Concluiu-se após a dinâmica que temos que estar unidos em pensamento e ação para que os objetivos sejam alcançados.

Comunicação

Iniciado por Priscilla Martins o grupo desenvolveu uma Discussão interna sobre Redes de Comunicação do grupo, onde todos discutiram sobre o que achamos melhor para o bom andamento da comunicação do grupo, apontando os melhores meios de comunicação, ferramentas, e redes sociais.

Domingo

No domingo o encontro continuo no Instituto Terra onde, aprendemos melhor a atuação do instituto, e em comemoração de um ano do grupo em um ato simbólico foi plantada uma muda de Cedro,

O parque botanico foi a ultima visita técnica do grupo que marcou seu próximo encontro para junho em Colatina ES